I - NECESSIDADE DE SERIEDADE DE REFLEXÃO SOBRE A REALIDADE NACIONAL
II – NECESSIDADE DE DESENVOLVER UMA NOVA POSTURA POLÍTICA NO BRASIL
Contudo, ao invés de dar prova de superação, muitas pessoas não suportam enfrentar a pressão da vida real, e, desperdiçam a sua existência, de forma digna e produtiva, em troca de do consumo do álcool, da maconha, crack e outras drogas, levando-as à loucura da convivência no mundo do crime para sustento dos próprios vícios.
Realmente, de um lado a questão social no Brasil, continuará sendo mal resolvida pela ganância e a burocracia exacerbada. Que ninguém tire conclusão precipitada sobre igualdade de oportunidade explorando o lado da hipócrita teoria de quem nasceu em condições especiais de prestígio, sem esforços para alcançar o bem estar e a plena satisfação pessoal.
Enfim, o novo Estatuto da Cidadania será um marco histórico na estrutura social do Brasil, de forma impactante, harmonizando-se com os princípios fundamentais que alicerçam os direitos humanos e constitucionais, de modo que venha fortalecer a democracia e uma melhor coordenação da gestão pública do Brasil.
III – NECESSIDADE DE REAÇÃO URGENTE CONTRA O RETROCESSO DEMOCRÁTICO
Na teatralização das situações reais na história do Brasil, todos os atores governantes eleitos sempre propuseram fazer jus da razão dos seus poderes usando a cultura da esperança no amanhã com fórmulas falíveis de combate a uma imensidão de problemas sociais.
Um ponto capital que descrevo aqui, é que o brasileiro pode bem se divertir um instante durante as festas de finais de ano, as competições esportivas e feriados prolongados. Mas, seria tedioso se o carnaval fosse de extremo a outro do ano. É flagrante em pesquisas constatar que uma imensa parcela da população se sente desprezada, fragilizada e inconformada quanto o senso de justiça por sua própria resignação durante e após essas fases de entretenimento.
IV – NECESSIDADE DE CORRIGIR AS INJUSTIÇAS DOS GOVERNOS PASSADOS
O país sobreviveu ao mau humor dos mercados internacionais, mas não conseguiu quebrar a blindagem imposta no relacionamento entre os Estados Federados por motivos de divergências partidárias. Neste caso, observa-se que o problema foi gerado por dois motivos, o primeiro é a falta de responsabilidade social por parte dos governadores e segundo, a relativa autonomia de cada Estado da Federação.
É preciso desmistificar os preconceitos e as falsas premissas que formam o senso comum da maioria do povo e guiam as ações paliativas do governo através de discursos populistas e eleitoreiros acerca dos principais temas que afligem o povo.
Esta mensagem, também, trouxe uma avançada sistemática de governabilidade digna de nota que dará fim à aristocracia política que comanda o nosso país, caracterizado por envolver todas as câmaras setoriais da economia.
Esta obra examina e reconhece a falta de empenho e dedicação dos políticos brasileiros para dar atenção aos problemas sociais sobre o ponto de vista humano que cresce em progressão geométrica enquanto as respectivas soluções crescem em progressão aritmética.
Certamente, as propostas verticalizarão adeptos e de adversários, parceiros e inimigos.
Respondo as possíveis objeções, sem ter a pretensão de convencer alguns contraditores, cujo pensamento defende a prática de que o poder do povo continue a emanar dos governantes e não do povo, como deveria ser o pensamento democrático.
Chegou a hora de o povo compartilhar entre o seu direito de governar, e os burocratas decidirem pela lei, ainda, que contra a sua vontade em particular.
A regra da lei é imprevisível e inconsistente por incompetência dos burocratas, que a tornou confusa, flexível e tolerante em demasia, fazendo com que o povo deixasse de crer na justiça brasileira.
O fato de o governo dar moradias aos desfavorecidos, sem esforço não é um problema ou nem uma solução definitiva, considere como um recebimento atrasado de uma herança, onde uma grande parcela da população recebeu antecipada a partir do nascimento e outras não.
Especialistas em ciências sociais investigam e elucidam os fatores que levam as pessoas à miséria e a marginalidade. No entanto, são atribuições dos governantes erradicar a miséria e a sua contínua proliferação do crime. Não basta sustentar a esperança de combater a raiz do problema na aventura pela educação e trabalho, pois, são medidas historicamente testadas e correm o risco de fracasso, se não houver uma intervenção maior sobre a vida diária dos cidadãos.
Na população de ruas vamos encontrar pessoas com formação universitária, pertencentes às altas classes sociais e até esportista medalhista de olimpíada.
A maioria sofreu uma vida conturbada, cheia de frustrações ou tragédias em família o que levou ai desequilíbrio emocional e mental.
Contudo, ao invés de dar prova de superação, muitas pessoas não suportam enfrentar a pressão da vida real, e, desperdiçam a sua existência, de forma digna e produtiva, em troca de do consumo do álcool, da maconha, crack e outras drogas, levando-as à loucura da convivência no mundo do crime para sustento dos próprios vícios.
Existem prefeituras que proíbem a permanência de moradores de ruas e a construção de favelas, com intervenção da polícia municipal prestam assistência social dando-lhe dinheiro dos cofres públicos para que retornem à sua cidade de origem.
Contudo, nas últimas décadas, após o regime de governo militar, o Brasil passou a viver um processo de refinamento e de amadurecimento. Na rigorosa acepção dessas duas palavras, a primeira reorganiza a estratificação social e a segunda mostra uma preocupação bastante acentuada para que seja elevado o status das famílias de baixa renda, com aplicação de volumosos recursos destinados aos setores de habitação e produção, que, são alguns dos deveres fundamentais do governo para com o povo que o elegeu.
Essa alternativa de governabilidade, nada é extraordinária. Contudo, não se limitam os interesses mesquinhos dos grandes gestores das operações de financiamentos, que impõe regras complexas de análise de crédito, incorporam condições, limites e restrições burocráticas que inviabilizam a agilidade do processo de liberação dos recursos.
Se cada real gasto com a burocracia excessiva fosse transferido à educação, saúde, moradia, alimentação, trabalho e lazer, não existiriam advogados de porta de cadeia, lutando pela soltura de criminosos. E a prova está no site da transparência, onde não há relatório completo dos gastos que daria prova dos privilégios e excessos burocráticos.
A grande maioria da população tem verdadeira obsessão em ganhar dinheiro fácil, sem trabalho, sem sacrifícios e sem preparo: ganhar na loteria, obter altos lucros numa venda, cobrar juros abusivos, sonegar impostos, persuadir doações, buscar fartura e riqueza através de uma crença, corromper-se para não se autuado por fiscal, aplicar material de péssima qualidade na elaboração de projetos públicos e cobrar como material de ótima qualidade, etc.
Enfim, o novo Estatuto da Cidadania será um marco histórico na estrutura social do Brasil, de forma impactante, harmonizando-se com os princípios fundamentais que alicerçam os direitos humanos e constitucionais, de modo que venha fortalecer a democracia e uma melhor coordenação da gestão pública do Brasil.
Assim, a esperança se vulgarizou como uma consolação, amoldando os sentimentos de brasilidade a ser um povo de temperamento pacífico, emotivo, solidário, resignado e cheio de boa vontade para sacrificar a realidade presente na expectativa de um futuro melhor. Isso é poético e significativo para contagiar as forças dos povos aflitos ou em guerra. De fato, o Brasil com diplomacia sempre soube dar bons exemplos de paz e agradar com respeito às opiniões dos países fiéis a seus princípios.
Mesmo assim, o brasileiro é tratado com olhar desconfiado, na condição de turista, em alguns países do exterior, como na Espanha, Inglaterra e até nos Estados Unidos, plenamente justificável pela onda de violência, corrupção e tráfico de drogas estampadas como manchetes dos jornais brasileiros pelo mundo.
Um ponto capital que descrevo aqui, é que o brasileiro pode bem se divertir um instante durante as festas de finais de ano, as competições esportivas e feriados prolongados. Mas, seria tedioso se o carnaval fosse de extremo a outro do ano. É flagrante em pesquisas constatar que uma imensa parcela da população se sente desprezada, fragilizada e inconformada quanto o senso de justiça por sua própria resignação durante e após essas fases de entretenimento.
O entretenimento serve de recurso para distrair ou fugir da realidade em resposta ao clima tenso e revoltante do cenário político brasileiro, onde os criminosos são expostos apenas como suspeitos, desmerecendo se julgado como um crime flagrado e consumado mediante reunião de provas incontestáveis registradas através de câmeras e gravações de testemunhas.
Observa-se que a justiça eleitoral os coloca em circunstâncias especiais perante a justiça penal, como se ambas não estivessem vinculadas entre si e os corruptos estivessem acima da lei natural do bem e do mal, de forma intocável, impunível e sagaz.
Ora, tem-se uma geração de justiça penal em déficit com ela mesma, considerando-se que ela é mais ágil para condenar um pai que roubou alimento para o sustento da família, do que acatar o clamor do povo contra a inocência de um integrante de uma corja, parasitária e mercenária que faz perder a confiança sobre o modelo democrático de governança.
Entretanto, a justiça brasileira vai evoluir quando que o direito for visível com os ideais do povo, que difere dos costumes tradicionais de seguir ao roteiro jurídico fundamentalista, onde são preservados conceitos e códigos antiquados do direito greco-romano, como se tivesse paridade aos potencias crimes da era digital, por exemplo.
A partir disso, cumprirá a Justiça proclamar na sua ordem a revogação de neologismos em latim, dada à extinção dessa língua no coloquial.
Portanto, que seja tratado com objetividade à elaboração dos processos na língua pátria deste país, consubstanciada na tese de que temos um riquíssimo vocabulário para que haja interpretação consistente, de modo que a justiça seja procedida com celeridade e dignidade que merece.
A Democracia para convir ao nosso país deve ser inspirada pela vontade do povo que na região habita, sem com isso, desvalorizar costumes, lendas e tradições das nações estrangeiras.
Moral é uma prática que coexiste num verdadeiro modelo democrático. Não importa se a futura presidência seja ocupada por uma mulher ou por um homem, pois, ambos serão lobrigados no caminho da vaidade e egoísmo, pois, do jeito que é hoje, tão certo serão pressionados a decidir entre os ideais do povo ou ao caminho irreversível da troca de favores partidários, nepotismos e desvio de verbas públicas.
Porém, antes que isso aconteça, é preciso frear a raiz deste problema crônico, de modo que ele nunca mais acondicione o jogo imperado por imperialistas das máfias partidárias que, tem articulado até os nossos dias com arsenais de armas sórdidas, bombardeando mentiras, crimes aterrorizantes e reunindo provas cabais uns contra os outros, como se fossem desiguais.
Conta à sabedoria popular que até hoje não se viu soluções na altura dos seus protestos, eis o motivo do brasileiro demonstrar descaso, forte ceticismo e até hostilidade quando o tema do debate passa a ser política, em função dos escândalos no Senado e no Congresso Nacional, sendo que se repetirão se houver investigações nas Câmaras Estaduais e Municipais, cuja impunidade sobre crimes de fraudes e desvios de verbas públicas, lamentavelmente, são sempre resolvidas sobportas fechadas por um conselho de amigos e não de ética.
As primeiras manifestações inteligentes são as dos jovens estudantes (colegiais e universitários) e uns pares adultos por meio de passeatas, levantando bandeiras, cartazes, gritarias, clamores e emoção de suas revoltas.
O ceticismo começa por seus adversários que retrucam de maneira sutil, cuja precisão de resposta surge pela anunciada presença avassaladora do comando das forças policiais designadas pelo próprio governo no propósito ridículo de manter a ordem e a segurança pública, em pleno meio dia ou às seis horas da tarde ou às vésperas de um feriado, mediante o uso da repressão contra a profunda oportunidade dos manifestantes reivindicarem os seus direitos triviais que ecoam os interesses gerais do povo.
Essas experiências frustrantes conduzem o brasileiro a juntar as dificuldades e os aborrecimentos, vivendo na serenidade, dizendo que vai se ocupar de coisas que considere mais sérias e aguardar pacientemente o fim do mandato dos políticos corruptos, que muitos se reelegem pela clássica falha na memória ou no atual método de governança democrática.
De fato, prendam-se as coisas sérias e isso te levará a uma reflexão para descobrir aquilo que parece ser mais contraditório ou escapado em seus exames, que foi o seu dever cívico de participar proativamente de sua comunidade.
Analisando-se por esta perspectiva, descobrirá quanto à necessária importância dos governantes em prestar socorro aos aflitos, aos necessitados e no impávido combate contra uma corrente de privilégios às elites políticas interligadas com o próprio governo, que foram tomadas de forma ilógica e inescrupulosa desde o regime militar no Brasil, prejudicando a consagração do sistema capitalista e por isso é tido por muitos filósofos como sendo um sistema de economia injusta e antidemocrática.
Se espelhem nas lideranças das lutas obcecadas por direitos sociais que o Senhor Luis Inácio Lula da Silva, atual Presidente da República que se apoiou em sua trajetória antes de ingressar na vida política. Graças a sua rebeldia, coragem e astúcia em lidar com sabedoria as objeções, o Presidente Lula, deu prova incontestável de um homem bem informado, bom senso em selecionar seus assessores e talento inconfundível em negociação que não se aprende nas poltronas de salas de aulas de qualquer universidade consagrada.
Com efeito, hoje no poder, Lula atingiu boa parte de suas metas pessoais, resolveu alguns pontos obscurecidos dos governos antecessores. Mas, o povo se divide em opiniões regionais.
As variantes consistem em que a região nordeste foi agraciada com a bolsa família e a transposição do Rio São Francisco; as regiões Sul e Sudeste marcaram a retomada do crescimento à produção e à exportação como nunca antes e as regiões Centro-Oeste e Norte, ainda, carecem de redes de transporte e fiscalização acirrada nas fronteiras para combater o contrabando e tráfico de armas e drogas.
Será que a resposta seria descentralizar as responsabilidades do governo federal, dando plena autonomia aos Estados e convertê-los em Estados Federados, tornando-se capazes de proferir suas próprias leis, promover barreiras interestaduais de imigração, neutralizar a transferência integral das suas arrecadações ao governo federal, de modo que sejam autossustentáveis para instituir políticas independentes em todos os setores da economia, seja no comércio, indústria ou serviços, além das áreas da habitação, segurança, saúde, educação, lazer e transporte, enfim impondo-se regras semelhantes às instituídas nos Estados Unidos da América e outros países do mundo? Será isso anulariam os riscos de escândalos de corrupção nos governos federal e estaduais? Será que assim poderia ser reduzido o volume de gastos da base parlamentar brasileira?
Não. Eis a resposta simples para essas dúvidas. Cada Estado possui reservas suficientes para empregá-las nessas áreas. Ocorre o Governo Estadual não o faz por esdrúxulas razões, por exemplo, o saneamento básico e saúde. Do mesmo modo, as metrópoles brasileiras, a exemplo da cidade de São Paulo, não investem na cultura dos resíduos recicláveis, nem na limpeza de escoamentos de detritos por bueiros e esgotos, sem saber até então, que esteja canalizando o mais perigoso arsenal de gases subterrâneos.
Andar de metrô causam precoces danos auditivos, pois, em certos trechos somada a velocidade de tráfego alcançam graves níveis de decibéis (dB), impossibilitando a realização de um bate papo nesses percursos. A obrigatoriedade de distribuição gratuita e uso de protetores auriculares para proteção da saúde dos passageiros seria um paliativo barato, porque o refazimento das carcaças dos vagões com emprego de materiais isoladores para proteção da saúde dos passageiros encarecia o valor das passagens, e provavelmente seria solução descartável das planilhas de custos.
Mas, qual o motivo de se investir na construção de metrôs? A resposta está que são obras faraônicas que refletem o pensamento conservador dos governantes, que prefere manter o foco em soluções paliativas que garantem a retenção de volumosos recursos em dinheiro pelo aumento de taxas e impostos do que promover um estudo sistêmico de controle da expansão das cidades com geração de alternativas de trabalho e maiores lucros aos empreendedores.
Governar o Brasil, diante de sua gigantesca dimensão e diversidade não é tarefa tão simples, como conduzir a China, o Japão ou até os Estados Unidos, ainda que coexistam corrupções, preconceitos e injustiças sociais, essas nações se orgulham do que são, porque se garante a eficácia das punições para quem descumprir as leis nacionais.
Há mais de 2.500 anos, o filósofo Sólon disse que as leis são como teias de aranha, quando algo leve cai nelas fica retido, ao passo que, se for algo maior, conseguirão rompê-las e escapar. No início do século XX, Rui Barbosa citou que era vergonhoso ser honesto, diante da corrupção política em sua época. Ainda, é um mistério que ronda a morte de Getúlio Vargas. Jânio Quadros renunciou para não mexer nos pântanos. E qual era o tamanho do poder do partido em que Fernando Collor de Mello foi filiado enquanto estava no poder? Por que será que o atual Presidente Lula disse que no Brasil, Cristo teria que se aliar a Judas?
Seria mais uma fabulosa metáfora que diz sobre propinas e trocas de favores articuladas nos bastidores parlamentares envolvendo contato com os mais fortes partidos políticos do Brasil? Seria isso a forma ideal democrática para governar, sobreviver no poder e de promover uma atmosfera de sonho de um líder que se fez história sem que haja o surgimento digno de um novo líder para provocar uma oposição e dura resistência?
As respostas tem uma marca de sabedoria, de profundidade e oportunidade. Eis aqui, que todos podem constatar que seria preciso demasiado tempo para se acompanhar a leitura completa de um Diário Oficial da União, do Estado ou de um Município. E ainda, manter o ritmo para despachar tanta papelada e cumprir uma diversificada agenda de reuniões diárias e visitações.
Enfim, esse cidadão respeitável da qual, chamamos de Presidente da República deve ter boa fixação de memória, capacidade de exame severo ou depurador na tomada de decisões, noções gerais das áreas humanas, científicas e tecnológicas, indo além do suporte técnico de sua confiança que lhe dê respaldo e correta interação que lhe servem de instrumento específico para aprovação ou revogação das leis a serem publicadas.
Longe de tudo isso, não se pode esperar senão anedotas, futilidades e dizer metáforas, por malícia ou passatempo, para atrair simpatia e o gosto popular que alegram reuniões sérias. Pois, numa Democracia, ninguém deve governar sozinho, sim é preciso ter o espírito de união, ainda que haja contraditores. Pois, a natureza que garante a consistência de uma Democracia são as existências de pensamentos opositores, uma lei aprovada por unanimidade é dada quando sua elaboração é perfeita, legislador tão perfeito está por existir, mas fora do mundo político.
As observações acima levam a crer que as divergências existentes não são sobre as ideias e tampouco a necessidade de reeditar uma imensa lista de políticos que envolveram nas séries de denúncias sobre corrupção no Brasil que poderia ser registrada na Internet para não ser apagada da memória dos eleitores.
Todavia, o povo reclama pela falta de responsabilidade cívica dos representantes eleitos que menosprezam a atenção firme e honesta de apoio e servidão aos interesses e necessidades especiais que foram a eles delegados, começando dos políticos, depois das lideranças sindicais, dos conselhos de classe profissionais, de associações e das ONGs.
V – NECESSIDADE DE DAR SOLUÇÕES PRÁTICAS, MAIS DO QUE DAR ESPERANÇA NO AMANHÃ.
De tempos em tempos, cada governo aliados aos maiores partidos políticos escolhidos pelo povo tivera a oportunidade de exercitar a inteligência engenhosa de suas ideologias partidárias.
Em verdade, deveriam buscar o desarraigamento dos conflitos das classes sociais e seus mitos, principalmente, dos tormentos de milhões de brasileiros, deserdados e desfavorecidos de uma vida de dignidade.
Mas, nunca dispuseram recursos que conduziriam aos ideais colimados nos seus estatutos de fundação dos seus partidos políticos, de forma prática, humana e triunfante.
Jamais impulsionaram o progresso pessoal e familiar de nossa sociedade como poderiam ter feito, o que impediria as reações calamitosas de desespero e desordem social para superação de suas provas e expiações, normalmente traduzidas pela miséria e a violência.
Todos esses políticos deveriam abandonar as discussões estéreis e hipócritas contra conveniências egoístas e orgulhosas sucedidas por sentimentos receosos de perder o direito de viver em abundância e prosperidade.
São usadas manobras políticas, por trás de falsos princípios de igualdade e livre arbítrio, numa explicação mais arrogante e impensada que é defender a tese de que a pobreza e a riqueza, frustração e felicidade são influências operadas de um propósito divino e sábio.
É incontestável que, ironicamente, apesar do Brasil ser um estado laico, ainda, se creia que a injustiça social seja parte exclusivamente da vontade da Providência, dando a cada um o livre arbítrio para que seja o autor da felicidade própria.
Mas, diga isso a uma criança abandonada e a milhares de jovens usuários de drogas que vivem como joguetes da sorte, tal como ovelha desgarrada do seu banco e sai esquecida em meio de chacais arrostando ambientes de amargura e escassez.
Seria justo transcorrer toda uma vida sem vivenciar o mínimo de dignidade como se esse destino fosse irrevogavelmente fixado por ordem celestial? Seria dar prova de insensatez descarregar todo o peso das adversidades do nosso povo para uma realidade transcendental, quando se vive num país rico e pujante capaz de diluir as diferenças de classes sociais, como é o caso do Brasil?
Não resta-nos dúvida que a sustentação dessa teoria encobre os malefícios dos maus governantes que administram o dinheiro público.
Os males sociais há de serem reparados, pois, são graves erros dos governantes eleitos, onde somente por decreto será possível dar satisfação à vida de cada brasileiro. O povo não pode se esquivar eternamente da injustiça que faz entre si, quando tem em suas mãos o poder da democracia, cujo modo operacional será extraordinário, e não se pode subjulgar o poder do povo em ser útil apenas para o pagamento de tributos ou agregá-los aos números das estatísticas da estratificação social.
É preciso desmistificar os preconceitos e as falsas premissas que formam o senso comum da maioria do povo e guiam as ações paliativas do governo através de discursos populistas e eleitoreiros acerca dos principais temas que afligem o povo.
Na Democracia que desenho ao Brasil, o tributo deve ser encarado como um dever natural de todos e um resgate natural do povo entregue pelo governo do povo.
Portanto, cada cidadão deve deixar de ser objeto de arrecadação tributária e alvo de perseguição impiedosa por fiscais corruptos do governo, como na era medieval, visto que a lealdade profissional depende da reciprocidade no cumprimento dos deveres e obrigações do Estado em toda a sua dimensão, dentre as quais, um digno plano de carreira aos funcionários públicos.
Cessar com os cabides de empregos nos altos escalões dos governos, começando por ministros e secretários que são políticos nomeados pós-eleições, descartando todos os méritos dos funcionários públicos que seguiram carreira profissional dentro desses ministérios.
Não se pode ignorar que a crise política instaurada há décadas no Brasil seja condenada precipitadamente por alguns pensadores sérios contemporâneos que doutrinam contra o capitalismo, que se justifica pela má compreensão do poder da Democracia que tem em sua base de grandeza o verdadeiro senso de justiça e de dignidade.
VI – NECESSIDADE DE POLITIZAÇÃO DO POVO
Mais do que colaboradores, os brasileiros precisam ser participativos dos grupos associativos que resgatam a motivação pela melhoria social de todos, revitalizando uma fonte inspiradora para criação de um novo critério de governabilidade capaz de exigir, de fato, a inclusão das melhores regras de conduta, segundo os desejos e costumes sociais que o povo quer.
A natureza da autêntica Democracia renasce neste trabalho, com ideias originais, distantes de apegos filosóficos e religiosos nas discussões de matéria política, que até hoje, cegaram os anseios do povo através de promessas que jamais foram cumpridas, produzindo uma cruel dúvida e a incredulidade.
Dirijo-me, pois, aos brasileiros e as brasileiras apaixonados por esta terra e por nossa gente, que sejam verdadeiramente capazes de julgar o futuro por inspiração da realidade atual, quando forem erradicadas as raízes das injustiças sociais no Brasil.
A verdade é ruim para o submundo do crime político. A cultura benevolente somada ao medo torna a população submissa e refém de uma classe política, cujo fracasso ao combate do crime político se justifica pela falta de aptidão e má-fé dos próprios legisladores e executivos dos governos, cuja minoria bem intencionada jamais terá força de suplantar os mais fortes, salvo quando o povo compreender o seu poder democrático.
Todo candidato antes de eleito deverá garantir competência para assumir seus compromissos de interesses e necessidades pela maioria do povo, cujo propósito central deverá elevar à culminância social de cada brasileiro.
Daqui para frente, o herói popular será você, que é um cidadão comum que fortalecerá a sua comunidade de bairro, de sua cidade, do seu Estado, de sua atividade profissional para reexaminar a representação do uso de seu voto dado por procuração.
Esta mensagem, também, trouxe uma avançada sistemática de governabilidade digna de nota que dará fim à aristocracia política que comanda o nosso país, caracterizado por envolver todas as câmaras setoriais da economia.
Pode ser considerada, uma consequência inevitável, racional e tão esperada pelo povo como aconteceu aos regimes coloniais, escravocratas, imperialistas e militares, dando-se lugar a uma instituição racional mais patriótica e participativa para regulação das nossas leis à felicidade geral da Nação.
Tomemos o exemplo entre de alguns povos mais adiantados e melhor governados. O crime é exceção e não exerce grande influência sobre toda a sociedade, pois, os objetivos dos seus governos são prestigiados pela supervisão do povo, atestando um sentimento de satisfação com justiça e dignidade, individual e coletiva. Portanto, seria a educação o grande penhor de moralidade? Ou seria o estudo e a riqueza?
Nada disso, é a resposta. Mas, o conjunto de sentimentos que controlam o caráter individual e coletivo. Nessa concepção serão inteligíveis as causas da mendicância, do tráfico, da corrupção, das guerras, das revoltas e dos crimes de qualquer ordem, espécie e classificação ou da busca incessante pela paz mundial.
Agora compreenderá as motivações que levaram um fazendeiro rico a pedofilia; uma mulher linda se suicidar; um cirurgião a viciar em drogas; um advogado trapacear um aposentado; um professor renegar a preparação de suas aulas; um pai de família se tornar traficante; um industrial farmacêutico não interessar em produzir a cura; a câmara dos vereadores receberem aumento salarial do prefeito no natal em troca da aprovação de aumento de IPTU para vigorar no ano seguinte; um senador contratar parentes sem concursos; um microempresário sonegar impostos; um governador prestigiar amigos e parentes para criar administradoras de pedágios no seu Estado; um empresário converter o seu caixa dois pela compra de iates e arrematação de quadros em leilões; um líder religioso viver numa berlinda milionária; uma multinacional operar transferências ilegais de royalties para o seu país; uma altíssima dívida pública de uma empreiteira desaparecer repentinamente, antes da sua prescrição; uma concessionária de serviços de comunicação desviar recursos volumosos do BNDES; fiscais de tributos terem um patrimônio imune de fiscalização; e por fim, um banco ou comércio prestigiar um deputado dando ordem a seus subordinados em não registrar sua inadimplência nos órgãos de restrições ao crédito, tais como Serasa e SPC em troca de alguns favores.
Palavras e ideias mudam o ciclo das coisas humanas. É preciso que todas as instituições demonstrem credibilidade, a começar pela doutrina democrática, passando-se pelo Sistema Financeiro Brasileiro e até chegar à Lei de Execuções Penais, porque num país capitalista, o poder emana do dinheiro, mas num país democrático, o poder vem do povo.
Amados brasileiros! Sejam fraternos e solidários, mas, sobretudo, mais zelosos sobre o cumprimento das máximas que expressam as leis, desde as mesmas sejam aplicadas com padrão de igualdade de condições para que haja justiça desinteressada sobre o poder que o dinheiro prestigia.
Nada de síndrome de herói ou de vítima, nem que cada cidadão seja rotulado pela natureza social em que se encontre, mas, que ninguém seja infeliz a partir do seu nascimento, e que ninguém se faça de Herodes com medo do menino Jesus.
Não se dê ao luxo de esperar mais séculos de evolução para quem vive o momento presente de uma era balizada como de regeneração e da informação. Nem faça oposição ao regime capitalista, porque é possível conciliar a expressão da beleza da Democracia para apressar a caminhada ao apogeu de um povo que conjuga ideais humanitários.
VII – NECESSIDADE DE MONITORAR O PODER PÚBLICO E DOS POLÍTICOS ELEITOS
Os projetos de reurbanização das favelas e os mais variados programas à erradicação da pobreza são complexos e de alto custo, além de necessitarem de uma fiscalização comprometida e ostensiva.
Numa visão macroeconômica, a falta de agregar esses dois requisitos, também, evidencia que será impossível alcançar resultados positivos e duradouros que venham desarraigar o círculo vicioso de miséria e de má distribuição de renda, cujos efeitos combinados são a migração desgovernada, a falta de habitação digna, a produção de alimentos desequilibrados, a falta de polidez educacional, a crise carcerária e a falta de reavaliação dos investimentos vinculados ao setor de prevenção hospitalar, onde atualmente vemos que esses aspectos consolidam mais de 80% dos problemas de saúde no país.
Entre a desconfiança, medo e o desânimo, sentindo-se habitualmente desamparados e incompreendidos, milhões de crianças, jovens e adultos são postos em ciladas, tentações e revoltas que corrompem os seus desejos, respeito e dignidade sentenciando-os ao destino de humilhações, desesperos e suplícios e sacrifícios extremos ou o pior de todos eles, ao caminho do crime. É penoso dizer, que não é crível ferir a felicidade alheia e fazê-la desaparecer de súbito pela miséria e a falta de uma vida digna.
Por essas razões, milhões de brasileiros restauram o clima de patriotismo durante o carnaval, copa do mundo e as olimpíadas. Contudo, não é hora de cruzar os braços, nem erguer as mãos para o alto pedindo milagres e nem de promover revolução com ignorâncias e vandalismos. E qual será a saída para tanto descaso?
Mas, chega de discursos mentirosos e hipócritas que notabilizaram as propagandas políticas que sempre manipularam as pesquisas e estatísticas de opinião pública sobre a preferência eleitoral deste ou daquele candidato, e lamentavelmente induzindo o cidadão a apoiar num sujeito mal intencionado.
Parem de expressar de forma simplificada a identificação das causas dos graves problemas sociais que afetam o Brasil, expressando a culpa da vontade política dos governantes.
É evidente que o governo atual tem comemorado uma melhora nos índices relativos a pobreza no Brasil, mas, são insignificantes sobre a verdade, por isso, é imprescindível que se reflita sobre a lógica dos interesses políticos em esconder o caráter complexo das causas da pobreza e sua relação com a ausência de um modelo de governabilidade definidor de mudanças rigorosas na natureza das políticas públicas.
Devido a incompetência do próprio povo em saber o poder que tem nas mãos por intermédio da democracia e extrair uma melhor disposição dos governos, este mesmo povo tem se notabilizado por ser solidário e fraterno através de uma série de trabalhos voluntaristas em causas sociais numa tentativa de romper paradigmas e ajudar milhões de cidadãos na busca pela superação e resgate de suas cidadanias.
Infelizmente, é por isso que se prossegue essa falta de boa vontade política, pois é conveniente aos governantes, existirem instituições de filantropia e particulares que façam o papel do governo e sem nenhum ônus aos cofres públicos.
Amigo leitor e simpatizante deste meu trabalho, é preciso denunciar e investigar a verdade nua e crua, que faz uma enorme diferença entre a solução justa e definitiva (a exemplo do que faço aqui) e não nos iludirmos com as frases de impactos que evidenciam dados estatísticos para ilustrar sabedoria (mas não o conhecimento de causa), fortalecendo um desejo de esperança no amanhã em cima de nosso povo ingênuo e não politizado, que confia nos seus candidatos tal como mensageiros divinos no seu trajeto ao poder e daí a sua sorte será lançada: se eles serão leais aos desejos àqueles que os elegeu.
Todo político eleito é empregado do povo, se um empregado rouba, é caso de polícia e demissão por justa causa, sem direito a nada. Isso sim, é igualdade de direitos e deveres!
Portanto, a resposta é estender as mãos para os lados numa marcha organizada nas ruas e avenidas, e patrocinar a divulgação deste projeto para coletar milhões de adesões que vai mexer com os brios dos atuais políticos andarilhos sob um tapete vermelho como se fizessem parte da nobreza de um governo imperial.
Não é à toa, que em plenário sejam reverenciados com o cognome "Nobre". A nobreza se caracteriza de um legado da autocracia vaidosa durante os regimes monárquicos, a estruturação de elites em um governo descaracteriza qualquer sistema de representação legitimamente justa e democrática.
Cada elemento do governo é um empregado do povo. Se visto como uma empresa, o povo é o empregador. Se for um contratado um mau gerente, não se espera que aposente para demiti-lo. O mesmo ocorre num governo democrático, não é sábio esperar o período eleitoral para que os maus representantes sejam expulsos dos seus cargos.
A Verdade da Democracia se resume no fato de que o povo jamais dá ao representante eleito um título nobre, mas, concede-lhe uma carta de confiança ou procuração com prazo de validade e poderes limitados para representá-lo nas votações, visando à defesa do seu bem-estar e satisfação, segundo os seus múltiplos interesses e necessidades.
Aonde foi parar a reciprocidade desses homens e mulheres constitucionalmente eleitos pelo povo que deixam à mercê da sorte o futuro de milhares de jovens pertencentes a famílias de baixa e média renda com a única alternativa de autorrealização pessoal a solidariedade de inúmeras instituições filantrópicas que cultivam a técnica dos exemplos de superação dos campeões do passado através das artes, dos esportes e raramente em outros setores da economia?
Até quando o povo suportará os rituais dos discursos sem providências diante da decadência moral dentro de todos os escalões dos governos municipais, estaduais e federais com o aval em peso dos atuais partidos políticos envolvendo uma grossa camada da própria população?
Cidadãos brasileiros, enquanto a riqueza garantir a impunidade de um infrator, a agressão for usada no lugar da educação e, as crianças, jovens, idosos, grávidas e portadores de deficiências físicas fizerem parte dos sem teto, dos sem terra, das favelas e da população suicida, usuária de drogas, nenhum programa de justiça social, de fato e de direito, foi introduzido na pauta de prioridades na gestão dos governos.
VIII – NECESSIDADE DE ENTENDER A VIDA PARA ALÉM DA CRENÇAS
Em resposta as dores e sofrimentos dos brasileiros, na condição de seres humanos que são, com necessidades e sonhos em busca de viver a vida presente, de forma digna, de conforto, bem-estar e prosperidade, serão necessários que cada cidadão se esforce contra o egocentrismo para dar prioridade absoluta na resolução da causa viva que acarretam as desgraças sociais, rompendo os liames do amor-próprio, do exclusivismo e, acima de tudo, do orgulho a procurar não repetir os erros e os abusos de poder herdados dos governos antecessores.
Com diplomacia e excentricidade, surgirão os incrédulos e os fanáticos que farão oposição a esta pauta de prioridades. No passado, também, não suportaram a possibilidade de diálogo com o povo, portanto, de lá pra cá, continuarão a zombar, criticar e serão indiferentes sobre a vontade do povo, forçando a todos ao destino do conformismo quanto às coisas erradas, malfeitas e traiçoeiras que assentaram os seus poderes e privilégios constitucionais.
Mas, verdade seja dita, nunca houve em tempo algum uma reunião em que o povo fale e o governo escute com racionalidade, sobriedade e nada espetaculoso para atender as suas reivindicações, sem ficar a espera das vésperas das campanhas eleitorais onde sempre se registram infindáveis promessas impossíveis de serem cumpridas na sua integralidade, pelo simples fato de que ninguém até hoje publicou uma proposta alicerçado em projeto de lei, viabilidade econômica e regulamentos de sua funcionalidade durante a exposição dos seus ideais nos discursos de palanques pré-eleitorais por falta de capacitação engenhosa para o pleno exercício de suas novas atribuições e responsabilidades, caso seja eleito.
São aspectos importantes que tem sido de certo modo esquecidos nos debates dos legisladores, obrigando a sociedade brasileira a superar dificuldades que deveriam estar desenraizadas no Brasil, logo após o fim do regime militar e a consolidação da constituição federal de 1988.
São chegados os tempos em que se elevará a confiança do povo brasileiro contra o estado crítico que manchou a emoção de vivermos num país livre, justo e democrático.
É hora de rever paradigmas, sem apego às conjecturas de todas as ordens, cientificas filosófica ou religiosa, na dimensão de tornar esta existência realmente espetacular, tendo no âmago da consciência humana a compreensão exata do que deve ser uma educação racional sob um novo prisma que respeitam os limites de liberdade estruturados no conhecimento prático do direito de sua cidadania.
Não se trata de servir aos mortos e nem servir os que nem nasceram. Mas, servir aos vivos. Se os governos disserem que faltam recursos, que sejam cortados privilégios e despesas fúteis tendo foco na redução dos gastos públicos, que são intermináveis.
IX – NECESSIDADE DE GARANTIR JUSTIÇA E CIDADANIA PARA TODOS
A seguir, apoie esta nova metodologia racional e revolucionária, original e integrada, tangível e indispensável. Portanto, sem paralelo com qualquer outro conjunto de medidas práticas que renovam o ideário de justiça social, ao lado da preservação do meio ambiente e do planejamento econômico com real distribuição de renda, sob o pretexto de corrigir as deficiências governamentais ligadas à maioria dos partidos políticos do
Brasil, repondo o comboio dos serviços públicos das áreas da saúde, educação, produção, segurança e transporte nos trilhos adequados e seguir adiante.
Doravante, com base neste projeto, as transformações se seguirão com espontaneidade, de forma objetiva e melhor planejada, colocando no rumo certo o Brasil dos sonhos de todos mediante um choque de reorientação, moral política e raciocínio lógico sobre a ordem de todas as coisas do governo. Podem divergir de alguns pontos que mencionei, mas, façam as suas pesquisas como eu fiz durante décadas, e o futuro mostrará quem teve razão.
O Brasil é como um edifício. Não se renovam as suas estruturas através de reformas em alguns pontos estratégicos, quando se vê que toda a sua base foi fortemente afetada.
Desejo muito que essa reflexão leve você ao sonho de emergir uma nova geração de políticos surpreendentes, que nascerão fora dos palanques e das portas das empresas exigindo greves e passeatas.
Quanto às rivalidades e as tentativas contra essas ideias para suplantar com outras, tenho razão poderosa para não as temer. Nas mãos dos contraditores, se tornam instrumentos de elaboração de resistências inconscientes ou simuladas, que terão por fim semear o descrédito e colocar-me ao ridículo para sufocar ideais novos.
Contudo, saiba que isso é apenas um ensaio do que, de melhor, ainda estará porvir.
A princípio, quero garantir a sua atenção, paciência e compreensão do espírito humano na sua maior dimensão para que a minha divisa seja o amor às pessoas na defesa da Justiça e da cidadania.
Por intermédio deste material ou a serviço dele, desejo que sejam consagradas mudanças inevitáveis para o bem geral do povo, como um divisor de águas na história deste país.
E acredite, quando isso acontecer, será a celebração da grande vitória desta geração e todas que futuramente virão.

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