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DISCURSO DO POVO


Durante décadas, nossos governantes mostraram falta de habilidade para avaliar as consequências dos seus atos ao produzirem soluções paliativas, gerando alto endividamento interno com recuperação de crédito a longo prazo.


A sucessão de erros, descaso e negligência, por culpa da mentira e a corrupção política proliferada dentro dos ministérios e prefeituras, geraram um processo de condenação às classes menos favorecidas, onde as classes mais ricas sempre posaram de vitoriosos, tendo a crença de que os povos de baixa renda eram únicos responsáveis pela situação social na qual se encontravam.  


Assim, por medo de enfrentar os governos autoritários, bem como sofrerem represálias e perseguições, os grandes estudiosos em ciências econômicas e sociais defendiam a tese de que a Educação e a Religião seriam os instrumentos fundamentais na transformação social das classes D e E.


O fato que o Brasil  avançou nas duas últimas décadas por iniciativa de governos mais interessados em controlar as taxas cambiais, conter a inflação, implementar alguns programas assistencialistas e buscar a implementação de estratégias econômicas voltadas à geração de empregos e o fortalecimento das pequenas, médias e grandes empresas com foco, principalmente, nas exportações.  


"Hoje a verdade faz a diferença".  


Sim, o Brasil avançou. Mas, é preciso o governo mostrar sua verdadeira sabedoria e compaixão para interceder contra a pobreza, sem esquecer-se da culpa da omissão acidental dos governos antecessores, que de fato, ignoraram a democracia como uma atitude benéfica e indispensável para garantir prosperidade numa nova ordem social. 


Chegou a hora de ingressar leis reparadoras que venham consagrar os verdadeiros princípios éticos de Justiça e  de Cidadania para os cidadãos brasileiros sejam realmente iguais em seu dever e direito.


O maior triunfo do nosso povo será a adesão ao Projeto Viva a Sociedade Alternativa que deve ser entendida pelos cientistas políticos como sendo um conjunto de soluções positivas voltadas para dar plena e duradoura satisfação em favor de uma Nação que será o espelho do mundo. 


"O notável é que o Brasil caminha para um destino próspero. Contudo, este novo plano de governabilidade é o atalho que antecipa o enobrecimento urbano para gerar melhor qualidade de vida a todos os brasileiros".


Trata-se de um plano erigido sob a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, na medida em que se consagra a supremacia dos ideais de Justiça e de Cidadania pelo Movimento de Solidariedade Humana, os Planos de Revitalização Imobiliária e o de Defesa Social dos Direitos de Moradia Digna.


O Movimento de Solidariedade Humana diz respeito à sociedade brasileira que sempre prestou ajuda às vítimas castigadas pelas tragédias e calamidades provocadas pela fúria da natureza e às necessidades fundamentais às classes menos favorecidas através de fundação de entidades de solidariedade, visando atender famílias que vivem em condições precárias, inclusive, com vizinhança violenta e perigosa, onde o tráfico e a criminalidade tentam influenciar crianças e jovens ao desinteresse pelo estudo e o trabalho digno.


Os Planos de Revitalização Imobiliária derivam de proposta de uma intervenção nos espaços urbanos com auxílio governamental para adoção de um programa de melhoria e valorização habitacional através da transferência voluntária de moradores tradicionais, geralmente pertencentes a classes sociais menos favorecidas, às cidades planejadas denominadas “cidades paraestatal”, favorecendo-lhes uma melhor qualidade de vida contra os riscos de doenças, degradação ambiental, desajuste familiar e desequilíbrio socioeconômico, e, paralelamente, combate a migração da violência.


A Defesa Social dos Direitos de Moradia Digna combate os possíveis contraditores desta iniciativa que podem roubar essa alegria das classes menos favorecidas, persuadir contra a decisão favorável do governo voltada a compartilhar dos nobres ideais deste empreendimento, chegando até a destilar ações ignorantes de ódio, revolta e sabotagem, como se tivesse sido feridos, individualmente, o seu orgulho, a sua vaidade e sua paixão por privilégios desnecessários que o poder, ainda, lhes resta em vida.


O importante será contagiar de felicidade a uma vasta população que chega a ser mais dez milhões de brasileiros, que vivem à margem da pobreza, segundo pesquisas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA, fundação pública federal vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.


Amados irmãos brasileiros! O sucesso dos políticos atuais no governo brasileiro, em especial vereadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores deverão ser avaliados pela qualidade das suas propostas, votações em plenário e decisão de revogar leis soberbas que hoje garantem os mais glamorosos privilégios de usufruto de bens e direitos de supremacia sobre ao povo, cujas leis são abusivas e foram criadas para benefício próprio, perdendo-se o foco para atender exclusivamente a vontade e os interesses populares, garantindo a satisfação geral da Nação e o seu direito de representação eleita pelo povo. 


Que este nosso discurso sirva de proveito para estimular um imenso remorso nos corações dos atuais líderes, e, também de outras nações, de modo que nunca mais haja uma criança faminta nas ruas em busca da felicidade de encontrar migalhas de comida contaminada em solo sujo lançada sobre a calçada por pessoas egoístas e orgulhosas.


Assim seja e o nosso muitíssimo obrigado.