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INTERESSE GERAL DO POVO


I. INTERESSE DE ERRADICAR A MISÉRIA E A VIOLÊNCIA

Não basta trabalho e educação para se acabar a miséria e a violência. 

Tão necessário será adotar uma nova cultura  social  que inspire sentimentos contrários ao orgulho, vaidade e egoísmo, que são as raízes da fixação mental dos desejo do poder, inveja, ciúmes, cobiça, desespero, ódio e revolta, causas primárias que provocam milhares de crimes no país.

Por que cresce a reincidência de crimes e a violência no Brasil? 

A sociedade precisa, urgentemente, desfazer-se dos clichês de que temos um modelo prisional perfeito como se fosse perfeita a nossa justiça.

Para religiosos e teólogos, a injustiça social  decorre de uma situação natural e provisória. Provisória, porque a superação depende do interesse e vontade de cada um na vida. Natural, porque a riqueza e pobreza sejam manifestos da vontade divina. Ambas as proposições inspiraram os costumes medieval, imperialista até chegar aos ditadores da era moderna, da qual, coexistem na democracia em nossa país. Por essa linha de ação se alicerça o sistema de governo brasileiro, embora se apresente a imagem de filosofia democrática, mas na prática o sistema é outro. 

O continuísmo dessa situação ameaçam as gerações, presente e futura,  porque o governo não pretende desraigar essa cultura arcaica, de forma imediata e definitiva.

A literatura, jornais, filmes e televisão, desde uma simples história infantil a um desenho animado, fazem  apologia a violência, ensinando sutilmente todas as técnicas para realização de crimes que poderão ludibriar os mas avançados e sofisticados sistemas de proteção e segurança.

O povo, por sua vez, com medo  da violência se arma para sua defesa no mesmo grau de intensidade que crescem a construção de templos religiosos, onde as pessoas pedem aos céus a paz no lar, no Brasil e no mundo. Sem pieguice, mas façamos o uso da inteligência para resolver com sabedoria os problemas de injustiça social e da violência.

A verdade é uma só: Se existe injustiça social em nosso país, devemos pensar e atuar coletivamente como uma empresa de sucesso, que depende de uma ação conjunta, do trabalho dos administradores ao esforço dos empregados. Para os políticos eleitos não existem cobranças, por isso não há comprometimento de atender aos interesses e necessidades do povo, porque nenhum candidato  expõe propostas bem planejadas, incluindo projeto de viabilidade econômica, fonte de recursos, prazos de implementação, programa de trabalho e demais processos que sejam possíveis de serem realizados a curto prazo.   

Num governo democrático, o povo deve participar das discussões sobre os recursos naturais, as riquezas e da fartura econômica que ele próprio produz,  cujos debates jamais deve ser competência absoluta dos seus representantes no governo.

Se um governo tem plena liberdade de uso do dinheiro público, existe falsa democracia. 

Mas, quem é o patrão dos governos? 

O Brasil vive, ainda, no berço da ideal democracia.  

Cada milímetro do solo, ar e mar pertence ao povo e não  ao governo.  Todo progresso, seja em receita e bens proporcionados pelo povo são do povo e deve ser revertido para a sua felicidade e bem estar através do uso adequado de todos os  seus recursos. Assim sendo, cada membro representante do Congresso Nacional, deve oferecer propostas com regras claras, criativas e objetivas, e, sobretudo, sejam soluções planejadas e consistentes.

Nesta segunda década do novo milênio, a democracia no Brasil  não é explicita como acontece na Suécia, visto que os parlamentares são antiéticos  por aumentar o próprio salário, possuir imunidade parlamentar, criam privilégios em benefício próprio, sustentam ameaças inescrupulosas afins de não aprovar  projetos do governo federal se não assumirem cargos importantes nos ministérios (também, chamadas de alianças partidárias), criar  comitês e secretarias para desenvolver projetos ineficazes e incompatíveis com as prioridades gerais do povo.

Esse é um governo de fralda, por isso, quando suja deve ser TROCADO.

Jamais um governo será democrático, quando um governo não presta serviço que atendam os desejos do seu povo.  

Um governo democrático é sábio quando entende o povo, estuda e toma as decisões para o povo. 

O elo da democracia é a consulta  popular. 

O desarranjo macroestrutural historicamente comprovado no Brasil tem por culpa a má gestão dos recursos públicos. 

Nenhum governo propôs cortes orçamentários que priorizem  definir o salário dos congressistas com base numa aprovação do povo e rever os privilégios,  dentre os quais, limitar gastos de cartões corporativos, rever o direito a imunidade parlamentar e adicionais salários nunca alcançados um cidadão comum. 

Por outro lado, quando um governo propõe ao povo que seja dada uma oportunidade de emprego digno ao ex-detento é bastante louvável, mas, desde que haja demasiada reciprocidade do próprio governo para dar o necessário preparo de ressocialização no sistema carcerário, de modo que o ex-detento se transforme em cidadão responsável e competente para um trabalho digno de confiança. 

Nas atuais condições que se encontra o sistema carcerário no Brasil, será que um banco aceitaria a inclusão social de um ex-detento que foi condenado por crime de falsificação, estelionato e assalto a mão armada em seu próprio banco?  

São inúmeras as escalas de prioridades para reorganização do atual modelo carcerário no Brasil que estão sugeridas no Projeto Viva a Sociedade Alternativa. 

Se o governo brasileiro der assistência básica às necessidades humanas com justiça e cidadania e de outro lado, o povo assumindo o poder da Democracia no pleno exercício do seu direito constitucional e exigir que o político eleito honre as promessas eleitorais, de modo algum, haverá criminoso nas ruas planejando roubar dinheiro em troca de um prato de comida, drogas ou um teto para morar com felicidade. 

"Alguns países deram certo por atuar deste modo, e, por isso, são desenvolvidos. "

Ser pobre no Brasil é uma vida aventureira e arriscada em que o maior inimigo é  lutar pela sobrevivência num inferno provisório. O pobre vive uma realidade única e de restritas possibilidades de ascensão de classe. O pobre sempre tem dúvida na realização dos seus sonhos diante de tantas frustrações, perdas ou derrotas. Por isso, usa o recurso da Fé e Esperança para sobreviver ou escolhe os descaminhos através de atalhos do crime, da corrupção ou da informalidade.

Não será ignorância dos avarentos procurar impedir que o governo preste assistência constitucional que me refiro àqueles que precisam de alívio emocional através da aplicação de um programa básico para sua sobrevivência e bem estar social?

O crime se alimenta das fraquezas, dúvidas, covardias e desespero de suas vítimas. Os criminosos não sentem medo e nem remorso, porque as circunstâncias da sua vida dá o treinamento para que tenham coragem, ódio e vingança. Além  de que, o crime não compensa e fugir da justiça ou corromper-se com ela, jamais será liberdade.

Contudo, os espectadores jamais serão vencedores, porque as glórias das vitórias são fruto da conquista dos que lutaram. 

O que você faz para lutar por mudanças? É um espectador ou guerreiro?

Com isso, o governo será capaz de proporcionar a motivação suficiente para que a pessoa esqueça a atividade criminosa de obter dinheiro fácil e tenha nova perspectiva de futuro, de forma extraordinária, fruto do trabalho honesto desenvolvido pelo uso da sua inteligência que Deus lhe deu.

A nova postura sobressai dos fatores do sacrifício, do contentamento devocional ou a revolta pela natureza social em que milhares de crianças, jovens, idosos e mulheres grávidas são levadas à loucura pela dependência química das drogas e do álcool atentadas a praticar crimes por motivos de revolta, ódio, inveja ou histeria em possuir um bem ou um produto de uso ou consumo, desde um simples iogurte até um carro de luxo, seduzindo cidadãos de todas as estirpes em obter, ainda que não seja de forma honesta, mas que lhe dê satisfação e prazer de fazer bom uso, útil e necessário, conforme o apelo da maioria propaganda massificada. 

Você já viu anuncio na televisão de uma Ferrari, Porshe ou Lamborguini e quantos registros de roubos desses carros acontecem aqui no Brasil?

A solução da pobreza requer mudança de postura social e se livrar dos interesses mesquinhos para adequar as famílias desfavorecidas, particularmente para que cada cidadão antes de entrar no mercado de trabalho e ao sistema educacional, tenha motivação e fixação de ideias para a formação ideal do seu caráter  e profissionalmente adequada para a melhoria da qualidade dos produtos e serviços brasileiros. De tal forma, que o Progresso caminhará sob uma nova Ordem de Justiça e Cidadania.

Evidentemente, o impacto dessa mudança será notado em menos de cinco anos criando um ambiente de relações modernas e mais positivas.

A sobrevivência e o desenvolvimento infantil sempre foram fortemente dependentes desse uma mudança de ambiente relacional, está minha proposta  proporciona uma reação em cadeia contra as desigualdades sociais que se transmitirão à geração seguinte.

Durante décadas, os governos exploraram o debate sobre a importância das ações macroeconômica na determinação da pobreza e da desigualdade num cenário de baixa inflação e estagnação econômica, mas, sempre debruçou em políticas de aumento do salário mínimo conflitantes aos gastos significativos com programas sociais, do tipo Bolsa Família. 

Foram bons, mas, não alcançou o objetivo central de acabar com o crime.


Ofereço aqui políticas sociais mais efetivas no combate à desigualdade social  para neutralizar a tendência de crescimento da população moradora de ruas ou de construção de favelas, principalmente, reduzir a criminalidade praticada por jovens e crianças no Brasil. 

O Brasil se mostra ineficiente em sistema prisional, sendo caracterizada como uma fábrica de marginais que oferece a sociedade um dos mais altos índices de reincidência de crimes após o atendimento de solicitação de soltura de um condenado.

A anarquia criminosa emana do sistema judiciário que deforma a lei. A minha proposta de reforma no sistema judiciário garante intimidar a ascensão da escória criminosa cuja liberdade os advogados jamais poderão lutar e os juízes não concederão brandar as condenações para que se cumpra integralmente a pena pelo qual o júri e o juiz determinaram. É preciso impor respeito aquilo que foi em júri determinado, é necessário por em pé à justiça para que a sociedade não corra mais o perigo de ser a próxima vítima.

Minhas reservas de conhecimento em relação ao crime é que o criminoso o é, porque seu caráter foi construído pela exclusão social de uma vida de educação sobre cidadania, que começa em casa e depois, fora dela.

Todo criminoso é um produto do déficit de atenção, depressão, megalomania, é um ser incapaz de apoiar o bom comportamento.  

Jamais será perfeitamente funcional, um advogado requerer a liberdade de um criminoso, sem que haja uma reorientação disciplinar e uma custódia por alguém que se responsabilizasse pela supervisão do seu processo de ressocialização, evitando que ele saia da prisão, descarregue toda raiva e frustração indo atrás das drogas, compra de armas e recuo às condutas excessivas. 

O advogado sabe que o desvio de conduta do seu cliente fará que ele retorne ao confinamento do cárcere ou à morte resultante de tiroteios com a polícia ou por acertos de contas entre os cartéis de drogas, desde que liberto sem preparo de ressocialização. 

Mas, como a sociedade enxerga o trabalho do advogado que apoia a liberdade do criminoso, julgado e sentenciado por crime bárbaro, do tipo estupro, pedofilia e homicídio doloso? 

A guerra armada da polícia através de um patrulhamento  com viaturas pelas ruas e incursões em comunidades  não é a resposta contra o crime, mas fará com que o  criminoso apenas mude de endereço, mas não de caráter.  

Todo bandido é um doente mental com ilusões de grandeza ou superioridade. 

A cura dessa doença é  o criminoso canalize seu potencial numa cultura que lhe beneficie e satisfaça ao seu desejo de sentir importante  dentro de uma nova sociedade a que denomino Sociedade Alternativa.

Mas, não existe alternativa para alguém que vive a vida presente, se não dar a ela a chance de uma nova vida a partir de um novo começo.

É hora de o malfeitor excêntrico ter incentivos para evoluir sua concepção de vida , tornando-se uma pessoa racional e condicionada a deixar de ser estigmatizado de  ameaça, mas que ele possa sentir os bons resultados do direito à cidadania através da prática do respeito mútuo, direito cívico e o sentimento de responsabilidade solidária.  

Os meus contraditores serão aqueles que perderam o senso de justiça entre o certo e o errado, sem jamais ter provocado uma discussão sobre  a necessidade de reprogramação do sistema prisional. 

Os meus contraditores são pessoas, ambiciosas e inescrupulosas, extremamente preocupadas para proteger suas fortunas, liderar espaços e se sentirem privilegiados por Deus mais do que as outras pessoas diante da justiça. Ninguém verá um rico preso em sela comum, enquanto,  falar mais alto o poder do dinheiro por detrás do crime.

Claro que existem ricos dignos que estarão de acordo com a visão deste projeto. 

Por outro lado, existem pessoas invejosas e revoltadas pela desigualdade social e outras que encontram na esperança o seu progresso através do trabalho, honra e do sacrifício. Ocorre que existem muitas pessoas incrédulas, desviando sua conduta ética pela corrupção, abuso de poder e práticas ilegais.

A nova vida contra o CRIME se fará presente através do Estatuto da Cidadania, produzindo uma nova história do Brasil em construção, porque o governo vai garantir o direito de cidadania para todos.  

De um lado, o comportamento social será de alto nível e do outro, o governo terá menores gastos com segurança e hospitais públicos.

O recomeço da história do Brasil será dado no primeiro Ano Nacional da Cidadania.  

Deixo aos meus compatriotas a digna lição de que não existe riqueza excedente nas mãos das classes mais ricas. 

A verdade está em que a pobreza e a marginalidade derivam das escolhas individuais e das consequências históricas do descaso dos governos em relação ao atendimento das classes menos favorecidas para lhes dar possibilidades reais de garantia de digna qualidade de vida expressas na constituição federal e urge da união deste povo a real concretização deste projeto.


II. INTERESSE DE ACABAR COM O RISCO DE CORRUPÇÃO NA POLÍTICA 

O fim da corrupção somente resultará a partir de uma mudança de atitude cotidiana, de forma individual e coletiva, realçada não somente por eleições democráticas, mas, pela participação proativa de todos os movimentos sociais, devendo-se contar com o apoio das instituições, a exemplo da Ordem dos Advogados do Brasil. 

Deste modo, consagrar-se-á um processo de seleção natural dos políticos com a extinção daqueles que rejeitarem a renovação de um modelo de governança mais harmônico aos interesses da população brasileira e não submisso à vontade de um poder minoritário.

A corrupção não é invenção, privilégio ou antiga moda brasileira. Em todas as épocas e grupos sociais ela existiu, sendo um tema discutido em várias religiões que prega o amor e a caridade.

No entanto, é no regime militar e imperialista que a corrupção mais se destaca em seus bastidores. A Revolução Francesa, por exemplo, representou a encruzilhada entre a dinastia da hipocrisia e a ascensão dos valores morais e cívicos. 

Do mesmo modo, ainda, a população brasileira vive um momento de transição histórica, que avança contra o interesse de sustentar boa parte do estilo ditatorial de governabilidade de centenas de políticos que procuram manter a linha dura em favor de privilégios para garantia de poder tão semelhante a de um imperador.

Muitos dirão que a corrupção é uma questão de honestidade, mas esses muitos, na maioria se contradizem se disserem que a corrupção é uma questão de consciência de cada um, sobpena de se tornarem ridículos.

- Hipócritas! Eu diga todos, pois, honestidade não esta escrito na testa de ninguém. Ainda que um sujeito não deva nada a outro, nada garante que sua fortuna foi adquirida sem prejudicar o outro. 

Votações traiçoeiras, sorrateiras e indignas, o povo precisa participar da dinâmica dos plenários dos governos, onde muitas leis são aprovadas de madrugada ou às vésperas das comemorações populares.

Serão estes os únicos que depreciarão o valor deste meu trabalho, porque são reticentes a um comportamento cívico e digno de cidadão, mas, cada um deles irá entender as razões por trás de suas intransigências e dispersões que dariam maior mobilidade da pirâmide social com impacto mais revigorante às sociedades desfavorecidas de instrução, de conforto e de bem estar.

Boa parte da população com o tempo sentirá remorso por sua exagerada ganância e ambição ao questionar as causas da violência e passarão a ser mais justos em se preocupar contra a ignorância sobre o poder da democracia. Nossa sociedade precisa ser alertada quanto o seu poder de intervir contra os desejos particulares dos governantes a ponto de se encantar quando der conta dessa certeza inquestionável e da grandeza de sua cidadania quando for posta em prática.

O mais formidável desse projeto está no fato de fortalecer a capacitação dos candidatos, ainda que populares para assumir o governo, e ao mesmo tempo, promove a autêntica participação dos dirigentes dos grupos associativos, dando a chance de ocupar a sua palavra nas tribunas para seja toda ouvida sem a necessidade de práticas ilegais, tais como pagamento de propinas, subornos e mensalões aos deputados e senadores (corrompidos e corruptos), de modo que os direitos dos cidadãos passem a ser devidamente respeitados.

Nós brasileiros, não devemos permitir a polarização ou monopólio da palavra de qualquer político, aonde for, pois, a democracia de verdade é soberana pela troca de ideias e concepções para transformá-las em movimentos de ação, importantes e fundamentais no processo de construção do pensamento democrático do nosso povo que deve aprender a exigir dos seus representantes eleitos produzirem leis mais fieis aos anseios do povo em favor do progresso, mas como ordem, justiça e dignidade para todos.

O povo brasileiro na grande maioria, não precisa mudar o seu jeito que é, mas, apenas melhorar a sua condição.


III.  INTERESSE DE APRENDER SOBRE AS FERRAMENTAS DEMOCRÁTICAS

Não basta ter interesse, mas, é preciso saber ONDE, QUANDO e QUAIS são essas ferramentas. Começa-se participando dos movimentos sociais que estão a sua disposição, tais como abaixo-assinados apoiadas pelas ONGs, associações e forças sindicais, lutando em favor de plebiscitos em manifestos públicos, através de passeatas organizadas e disciplinadas, com o uso de camisetas, faixas, bonés, bem como mobilização de comunidade em sites na Internet, sempre com muita seriedade e serenidade.

É preciso empenho do povo para se conscientizar e priorizar no combate cada contraditor, forçando-o a repensar sobre o que vem a ser propriedade legítima para erradicar a miséria, a ignorância e o desespero por sobrevivência de milhões de brasileiros, exigindo-lhes respeito ao compromisso de lealdade para com a sociedade que o elegeu.


A política é responsável pela desorientação sobre um sistema democrático, por isso defendo nesta proposição de engrandecer a classe trabalhadora para que ela seja engajada no modelo de governabilidade brasileiro e derrube a característica abusiva do sistema político tradicional, a maior responsável pelas crises de violência, pobreza nas ruas e o caos que impera no sistema de saúde, educação e transporte.


IV. INTERESSE DE PROMOVER UMA NOVA CULTURA CÍVICA E SOCIAL

Nunca foi surpresa identificar um cidadão de boa índole se converter em político corrupto, pois, ele passa a perceber que existe um padrão de condições favoráveis e promissoras em seu favor através de uma lei que ele mesmo propôs por tem acesso em fazê-la e sendo importante naquele dado momento.

Portanto, na prática, vemos infinitas chances de qualquer pessoa se deixar levar em não cumprir com os deveres e as próprias obrigações, mas, isso somente ocorre dentro de uma sociedade alheia a cobrar ou fiscalizar os seus governantes.

É o caso da situação feliz dos corruptos no Brasil, e que atinge o mundo dos negócios que, tanto sustentou os políticos, de ontem e de hoje, através de patrocínios ou doações em dinheiro, em troca de favores para que se mantenham livres e poderosos no poder.

Um típico e magistral exemplo, sem conjecturas, mas retroceder na história da aprovação por unanimidade no Congresso Nacional de várias leis criadas nos governos, dentre as quais a lei "livre negociação empregado e empregador", de interesse universal da classe empresarial, em especial, os banqueiros que detinham recurso suficiente para patrocinar o esquema de corrupção no legislativo e no executivo, visto que na ocasião no mercado de crédito havia juros elevadíssimos para compensação dos encargos salariais.

Ainda que a lei seja moralmente injusta, ela foi compatível com os novos tempos em que não existia a inflação galopante dos anos que antecederam o plano real e que produziu figuras importantes no cenário político, tais como o atual presidente da república.

Contudo, um trabalhador de nível médio ou baixo jamais teria condições de reivindicar isoladamente o aumento do seu salário, ainda, que tenha méritos, poderia correr o risco de ser demitido. Portanto, a livre negociação alcançam tão somente os níveis de chefia, e não a todos o que deveriam ser acolhidas pelos atos de negociações dos sindicatos das classes trabalhadoras.

De fato, conseguiu-se o intento de desestruturar a força sindical dos empregados, que antes lutou durante décadas por aumentos salariais numa época que era de suma importância, mas incentivou o desenvolvimento cultural de massa com a adoção de novas estratégias focadas para o aumento da capacitação do trabalhador, garantindo às empresas melhor qualidade na sua produção, sem isto, posto, o sindicalismo no Brasil estaria arruinado.

E, sobretudo, surgiu o programa de empréstimo consignado, contribuindo para o controle da taxa de juros, aquecendo os mercados financeiros e o consumo, tanto de bens duráveis e não duráveis, com reflexos positivos na geração de empregos e no arrecadamento tributário.

Vale lembrar que, sem alardes foi deliberada por unanimidade a Lei nº. 11.343/2006 – Nova Lei das Drogas, responsável por trazer consequências desastrosas à sociedade em geral, favorecendo os advogados de porta de cadeia para esvaziar as penitenciárias relativas aos condenados que foram sentenciados por motivo de uso de drogas, bem como, a nova lei beneficiou os patrocinadores, de modo que não sejam caracterizados criminosos, mas como dependentes químicos, em caso de flagrante policial.

Esta Nova Lei das Drogas serviu como uma armadilha social, pois, elevou os índices de criminalidade, gerou desconforto ao povo, prejudicou a atuação científica no combate ao narcotráfico e aumentou os gastos públicos pela necessidade de redobrar investimentos em segurança pública e no sistema carcerário.

Daí a necessidade de eu ter criado os projetos "Viva a Sociedade Alternativa" e o "Salto do Jaguar", com soluções possíveis de serem introduzidas em curto prazo no país. A corrupção no Brasil não é um problema tão complexo quanto desvendar os mistérios do cérebro humano. 

Quando um prefeito pede antecipadamente ao Estado uma verba complementar para construção de monotrilhos, antes da aprovação do pedido de licitação ao Tribunal de Contas, é
dever de um governador com visão administrativa e financeira rejeitar um pedido de verba complementar dessa natureza, o fato que ao contrário, o governador aprovou. 

Se ao menos o povo lesse o Diário Oficial do Estado e do Município, exigiria a nulidade desta operação por motivo de inconsistência, pois, é totalmente ilegal sobre o ponto de vista que o prefeito não tem a exatidão dos futuros gastos, diante da expectativa de uma concorrência pública, cujos números, ainda, não foram apresentados.

Por outro lado, quais são as autoridades que detém a senha para anistiar dívidas de contribuintes? Existem riscos de manipulação de dados por membros do próprio governo e se isso venha a ocorrer, pergunto, quem supervisionaria estas operações e a quem esse gestor estaria subordinado?

Relatórios enganosos, conluio, táticas de pressão e tentativas de corrupção, a história do Brasil está repleta de casos que viraram apenas suspeita ou exemplo real de corrupção que está acontecendo no país, diante dos olhos vendados do povo, que fica assediado com o percurso do seu time futebol, as festas folclóricas e as reuniões de fé, sem sequer se envolver com a preocupação de temas importantes na área socioeconômica para garantir sua sobrevivência, comodidade e bem-estar.

Se não houver uma reação popular contra esse cenário de corrupção, a realidade atual será outra e cada vez mais devastadora, isto é, má distribuição da renda, caos na saúde pública, incontrolável aumento do lixo ambiental, e, irrecuperáveis tragédias provocadas pela força da natureza.

A corrupção terminará em curto prazo através dos menores gestos e hábitos morais e cívicos, que começa dentro do ambiente familiar e conclui com a participação dos trabalhadores nos processos de decisão dos governos. É prudente que haja um franco e fraterno diálogo uns para com os outros sobre os assuntos sobre a corrupção, debates e soluções adicionais que levarão a correção integral do comportamento, individual e coletivo.

Para proteger a sociedade brasileira destes perigos eminentes idealizei o CONSELHO NACIONAL DE CONSCIÊNCIA DA CIDADANIA, pondo em prática os dispostos no Estatuto da Cidadania, marcando o Conselho Superior do Ministério Público como um órgão independente de monitoramento dessa nova instituição.


V. INTERESSE EM PRATICAR O PODER DA DEMOCRACIA 

Compare a Brasil a empresa Sociedade Anônima (S/A). A diretoria contratada mantém o foco na conjuntura de todo o negócio para que seja altamente lucrativo, seguro e de sucesso. Os acionistas ficam satisfeitos após exame de uma auditoria que avaliou os controles internos e deu um parecer imparcial sobre os resultados obtidos pelo gestor da empresa. Verificada a autenticidade dos números nas demonstrações financeiras e confirmadas que as normas internas foram respeitadas, uma assembleia convocará todos os acionistas para discutir o parecer, e se necessário, será redefinir os novos rumos de toda a organização.

O Brasil é uma empresa, cujo dono são os brasileiros. Portanto, cada brasileiro é um detentor de uma cota de participação desta entidade gigante pela própria natureza. O governo eleito é apenas um administrador que deve respeitar as vontades dos acionistas e deverá ser leal com as leis vigentes no país. 

Cumpre cada brasileiro participar, acompanhar e supervisionar proativamente das discussões em plenário, nas câmaras dos vereadores, dos deputados estaduais e do congresso nacional. Afinal, está em jogo o lucro deste negócio, que é o bem estar e a satisfação de todos os cidadãos brasileiros, e não com uma corja de políticos como se fossem os donos do Brasil.


O cidadão brasileiro deve passar a compreender os mecanismos do poder que tem nas mãos para impedir o continuísmo da corrupção e não ficar de braços cruzados e à espera de um salvador da pátria e muito menos, esperar que a justiça divina faça a sua parte.

Os contraditores dessas propostas serão muitos, mas não a maioria. Mas, a contradição é fruto da vaidade, orgulho e mentira. 

O governo gasta trilhões de reais com privilégios e excessos burocráticos, principalmente na área da justiça administrativa, que interpõe obstáculos e prejuízos incalculáveis às atividades produtivas e sociais, e ainda, provoca a ideia de que os contribuintes sejam maus cidadãos, sonegadores e fraudadores, e eu acredito que milhões de cidadãos são, porque não conseguem ter confiança absoluta na capacidade dos governos, diante do caos social e as denúncias de corrupção política no Brasil. 


VI. INTERESSE DE NÃO DAR OPORTUNIDADE À CORRUPÇÃO

Já disse que a ausência de participação coletiva é a raiz de tudo que é errado no Brasil. 

A corrupção nasce da oportunidade e o pior é ouvir comentário de um cidadão taxado de corrupto, sem o povo repensar que ele agiu dentro da legalidade que lhe convém o benefício ou uma regalia de governar. 

Um exemplo de corrupção com legalidade é o juiz libertar um criminoso de alta periculosidade, onde a população pressupõe que o juiz seja corrupto e recebeu propina para decidir a sentença. A culpa é a lei que deu brechas para que um advogado de defesa solicite à soltura. 

Na verdade, o objeto de análise é a falta de clareza e objetividade na lei, de modo que a sua interpretação nunca seja equivocada. Então, a lei será infalível enquanto existir políticos incompetentes na sua elaboração.

Lamentavelmente, aqueles que ocupam os cargos legislativos e executivos, raramente dão prova de humildade e lealdade para o exercício de suas atribuições na elaboração e revisão das legislações em vigor. O que se tem, é um poder mais determinante por parte da Ordem dos Advogados do Brasil, levando a nossa suprema Corte a digna palavra de exigir que sejam desempenhados com maior rigor os dispostos que a Constituição Federal estabeleceu para o bem geral da Nação.

Porém, é dever do povo fazer esse papel exercido pela OAB, com demasiada frequência. A OAB não pode responder como a opinião fosse unanime dos brasileiros. A OAB possui sérios problemas estruturais, de disciplina e de fiscalização, que corrompem a digna imagem desta entidade.
É fundamental, que o povo seja mais politizado, tal como um sócio de uma empresa que exige que os controles internos e os processos de operacionalização sejam analisados por profissionais competentes (auditoria) a fim de flagrar qualquer irregularidade antes que elas aconteçam. Portanto, cumpre ao povo ser auditores das coisas públicas, só assim a corrupção será erradicada de uma vez por todas dentro do governo e fora dele.


VI. INTERESSE DE COBRAR OS GOVERNANTES ELEITOS

Repare que cada vez mais, o mercado de trabalho exige maior capacitação profissional na escolha de seus empregados, não é mesmo? A metodologia deve ser a mesma para seleção do governo, não acha justo?

Dezenas de milhares de políticos no Brasil entram na vida pública sem nenhum preparo moral e cívico e encontram na política o caminho fácil de aposentar, ganhar milhões de dinheiro e facilitar empregos aos amigos e parentes.

São milhares de políticos em exercício e fora da vida pública que recebem aposentadorias, e o pior, são aposentadorias acumuladas relativas ao cumprimento de mais de um mandato no exercício das mesmas funções, o que geram prejuízos irrecuperáveis e incalculáveis aos cofres públicos.

É por causa desses gastos exorbitantes que o governo rejeitam  aumentos nos salários dos aposentados, pois, para isso tem medo em mexer nos salários das aposentadorias mais elevadas, e, que são das elites poderosas e inescrupulosas. A nova geração de políticos deve ter autonomia para mudar a ordem das coisas e não manter o sistema caótico que aí está.

É claramente possível, quando rever os gastos fúteis consumidos pela política podre que corrompe o nosso Brasil, que vem desde a época de Dom Pedro II, passou aos latifundiários, em seguida ao governo militar e atualmente, nenhum governo civil revogou as regalias que deram causa a queda do regime militar no Brasil, que não foi somente o autoritarismo, mas, os excessos de poder gastar o que não deveria gastar.

Ainda hoje, bilhões de reais são desperdiçados para manter um sistema de pagamento de pensões milionárias em favor de viúvas e seus descendentes.

Ocorre que esse programa assistencialista nunca foi extensivo para toda classe militar, o que é contraponto ao senso de justiça ao trabalhador, visto que tem sido crescente o drama das famílias de militares, onde se repete diariamente a noticia de pais, filhos, irmãos ou maridos serem vítimas de crimes, levando alguns ao desespero do suicídio e até ao envolvimento de consumo de drogas, por motivo da insensatez e insensibilidade das autoridades políticas que relutam contra uma ampla reforma no Sistema de Segurança Pública no Brasil.

Sinto feliz ao ver mais de cem milhões de pessoas durante o ano se manifestar o espírito de religiosidade nos seus templos e igrejas. Do mesmo modo, em relação ao futebol e as festas folclóricas que ocorrem em toda a parte nos pais, carnaval, páscoa, festa junina, dia das crianças, natal e ano novo.

Mas, é revoltante que esses milhões de brasileiros, preferem promover doações por telefone para entidades quaisquer na acomodação dos seus lares. Deveria, sim, o povo se reunir nos seus respectivos sindicatos, associações ou até saírem nas ruas para fazer abaixo assinado, e, até utilizar a Internet dando prova do seu sentimento patriótico contra os representantes no governo que mantém atividades ilícitas nos bastidores do cenário político. Aliás, sempre estarão posando de bonzinhos e buscando uma reeleição sem preparo moral e cívico.

São inúmeras provas noticiarias que contribuem na retroalimentação deste sistema político caótico e depravado.

Nada foi sinalizada para que haja na educação um caminho à reconstrução do sentimento moral e cívico das pessoas interessadas em entrar na vida pública, senão através desta minha proposta que é a fundação do CONSELHO NACIONAL DE CONSCIÊNCIA DA CIDADANIA e da construção da ESCOLA FUNDAMENTAL DE PREPARO CÍVICO através de uma necessária alteração no artigo 14 da Constituição Federal.

Criei necessidades novas para o sistema político no Brasil, de modo que sejam honrados os compromissos que o cidadão eleito terá que cumprir com a população. Trata-se de ações voltadas para banir os vícios que desonram os trabalhadores e aposentados, sendo os últimos recebem um salário sem o digno respeito ao direito de cidadania.

Quando o governo se manifestar que não tem dinheiro em caixa, é um direito de o povo através do Ministério Público solicitar por mudanças radicais relacionadas a essas conquistas salariais dos parlamentares e foram inúmeras leis legisladas em causa própria contra investimentos que deveriam atender o destino de milhões de populações desfavorecidas, e que muitas delas, se revoltaram e se tornaram criminosos de alta periculosidade.

A experiência brasileira tem inúmeros programas e projetos que tiveram objetivos de atenuar as desigualdades regionais e sociais, sendo a maioria não atingiram integralmente os resultados esperados, e os governos não defenderam a missão pela qual foram criados esses benefícios sociais, tais como: o salário mínimo, o salário família, a aposentaria do trabalhador.

São poucas as propostas que permanecem vivas, com muita timidez e fraqueza, tal como a saúde que debilita uma pessoa com a idade avançada: o salário mínimo, o salário família e a aposentaria do trabalhador.


Certas iniciativas sugiram como uma grande proposta social que eternizou com honradez alguns políticos no Brasil, porém, não foram geridos por seus sucessores, de modo convincente para erradicar a miséria, a violência e o drama de exclusão social de milhões de brasileiros, levando desde o Brasil colonial as pessoas morarem em cortiços, favelas, barracos, em tendas, e no chão frio de locais públicos, cobertos com jornais.

"Graças a proposta do Estatuto da Cidadania foi possível desenvolver sozinho todas as soluções voltadas para resolução de todos os grandes dilemas sociais, dentre os quero destacar os projetos de "Cidades Parestatais", o "Bolsa-Cidadão" e " Fundação de Amparo ao Dependente Químico", a "Academia de Qualificação e Requalificação Profissional", o "Aumento do Salário-Família", a "Lei Complementar relativo à taxa de 12% ao ano, prevista na Constituição Federal", a criação do "Sistema Único de Polícia Comunitária", a adoção do "Sistema Terapêutico Prisional", a "Proibição de Construção de Presídios na Área Urbana", a aprovação do "Sistema Prisional Marítimo", a criação do "Jogo Responsável" e "Prazo de Validade para todos os Produtos Industrializados, o que inclui os Veículos" e outras propostas originais de interesse público que vai erradicar a onda de violência, a miséria e a corrupção com garantia de recursos necessários para o pronto atendimento destas propostas em beneficio de todos os brasileiros e das gerações futuras.

Todos os temas são polêmicos com solução. Por exemplo, o Jogo completar, sobremaneira o Projeto 2254/07, de que trata da reabertura de bingos e cassinos que tramitam no Congresso Nacional, no meu projeto, inclui o jogo do bicho, e eu estabeleci regras claras de fiscalização das casas, controle dos usuários, inclusive sobre os jogadores compulsivos, combate os crimes de lavagem de dinheiro por meio dos jogos, tudo de forma totalmente inovadora, racional e de fácil implementação.

Por derradeiro, caros compatriotas, sem ditar nomes de pessoas ou de partidos políticos, hoje se dissipam todos os véus que esconderam a Verdade sobre a política neste país, sem qualquer necessidade de sindicância ou CPIs, pois, não vim para fazer críticas construtivas, levando soluções definitivas, forma pratica e imediata, como sempre fiz e muito bem os meus trabalhos profissionais de auditoria empresas.


VIII. INTERESSE EM DEBATER AS PROPOSTAS DO GOVERNO

Eu vim expor um desafio para que haja a realização de um debate de abrangência nacional com o objetivo de dar um fim às coisas erradas e mal feitas pelos governos em nosso país. 

Que o poder emana do povo é fato consumado enquanto vigente o regime democrático, pois, nossos mandatários e representantes vêm sendo eleitos pelo voto universal. Tudo isso já sabemos.


Contudo, o Brasil contabiliza um saldo de herança do dogmatismo militar e monárquico que divide a sociedade brasileira, tal como peças de um jogo de xadrez arranjadas num tabuleiro de milhões de quilômetros quadrados. É importante que haja reflexão sobre a vida em si e tudo o que nela representa. 

É raro as pessoas fixarem olhar às estrelas ou analisar trabalho incansável das formigas ou olhar bem profundamente sobre o corpo de um defunto. Alguém achará isso tudo uma loucura, mas é bom que se saiba que estou falando sobre a natureza universal da vida social das quais todos fazem parte, sem distinção.

Antes de o povo enveredar por uma ótica de que a origem humilde do Excelentíssimo Senhor Presidente da República capacita a crença do povo no poder, isso ainda é apenas uma esperança, considerando que as reivindicações populares receberam alguns benefícios, mas foram apenas paliativos, porque o modelo democrático de governabilidade dá ao povo o direito de participação menos superficial, e o próprio povo não viva no ócio na defesa dos seus interesses ou na luta contra os intocáveis privilégios mantidos em favor dos que governam.

Em verdade, o povo não conhece a extensão do seu poder numa democracia de verdade, falta-lhe consciência e discernimento sobre a cultura da verdade que se exige numa democracia com participação efetiva das decisões feitas por seus representantes a ponto de que haja sempre uma consulta popular, um diálogo franco e aberto para que não se enganem na hora de votar sobre qualquer tema na bancada do governo, dentre os quais os acessos à habitação, a educação, ao transporte, ao emprego e a salários dignos, que evitariam a rebeldia, a fome e a violência dentro da sociedade brasileira.

É preciso que o povo saiba que numa autêntica democracia não há reis, nem clero, nem nobreza e nem peões. No sistema comunismo e o socialismo não se aplicam numa democracia de verdade, pois, sempre haverá alguém mais capaz que o outro e possa fazer mais que o outro no trabalho e no estudo, e assim que faz um país avançar, progredir em termos de desempenho, cujo mérito será reconhecido como um país desenvolvido.

Numa democracia todo cidadão deve ser respeitado em igualdade de condições e oportunidades sobre os seus direitos a partir do nascimento. Fato este desconsiderado por nossos entusiastas políticos e governantes, quando da elaboração das leis que regem este país, porque isso é cidadania.

É chegado o momento da verdade, assim como a natureza busca o equilíbrio através de fenômenos transformadores, um novo modelo de governabilidade deve promover mudanças radicais nas estruturas tradicionais dos processos decisórios, garantindo o direito de uma interação mais efetiva do povo para consagração dos ideais da democracia.

Urge uma Democracia na pureza do seu significado, onde a verdade faz a diferença.


IX. INTERESSE POR JUSTIÇA E CIDADANIA

O Estatuto da Cidadania Brasileira representa um documento central de valores comportamentais embasados na ética e na justiça que norteiam o desenvolvimento do conhecimento, das atitudes e das práticas culturais incorporáveis, entendidas e disseminadas ao estilo de vida dos brasileiros, quando adultos, tornando-os politizados sobre suas responsabilidades na vida social, desde o cumprimento dos deveres até a valorização dos direitos individuais e coletivos, garantindo-lhes ampla defesa, manutenção e a busca pela preservação do meio ambiente, da sua saúde e da segurança, fatores indispensáveis à sua consagração diante das outras nações que deve ser inspirar exemplo de o melhor povo do mundo.


X. INTERESSE DE LUTAR POR UMA VIDA DIGNA DE FELICIDADE A TODOS 

Durante grande parte de minha vida, desenvolvi ideias que foram absorvidas por outras pessoas e elas se destacaram e eu nunca recebi algum benefício em troca. Por outro lado, não se podem engavetar projetos que podem contribuir na evolução de um país.

Foram mais de vinte anos de estudo, pesquisa e dedicação, desenvolvi estratégias que venham solucionar os problemas sociais do Brasil, o que desencadeou na elaboração deste projeto de lei, sem nenhum vínculo a um partido político ou sistema religioso.

Sem pieguices ou cultura assistencialista, todas essas propostas devem ser consideradas originais, consistentes e viáveis para o bem do Brasil e será notabilizada por trazer respostas aos anseios populares diante os graves dramas sociais nos dias atuais, sobre os quais muitos brasileiros sempre acreditaram serem impossíveis de aplicabilidade, a saber:

- Combate ao Uso e Tráfico de drogas e o crescimento da Violência;

- Erradicar a Miséria e a Fome;

- Erradicar a situação irregular das favelas, dos sem terra, dos indígenas e dos moradores de ruas;

- Crise do Sistema Carcerário;

- Crise Política contra a Corrupção;

- Questões da Educação e da Saúde;

- Legalização dos Bingos, Jogo do bicho e Cassinos;

- Questão da biodiversidade;

- Problemas no Sistema de Transportes;

- Sistema de Dados e Informações Confidenciais contra Fraudes Bancárias e Comerciais (em breve liberado: fase final) com a finalidade de eliminar os riscos mais comuns de fraudes dentro da modelagem atual nos sistemas de cartões de crédito e de débito, além de resolver os problemas de crimes virtuais que ocorrem com frequência na Internet.

Assim como os grandes inventores que se passaram pela história da humanidade, saibam que sempre existirão pessoas com talento e disposição para melhoramento do mundo, ainda que sejam levados ao conhecimento público numa hora totalmente errada.

A proposição atribui ao Governo e aos Parlamentares um exame dos atos de caráter socioeconômico realizados até antes da vigência deste presente, e assim o deve ser tratado esta minha iniciativa. Um verdadeiro presente social ao Brasil.

Ressalto quanto à necessidade de aprimoramento do modelo democrático de governabilidade em defesa da Justiça e da Cidadania, redefinindo as funções dos governos e dos parlamentares e, por consequência, isso exigirão mudanças importantes nos termos regimentais. 

Contudo, cumpre reinterar o meu manifesto sobre o mérito da proposição, que considero conveniente e oportuna, cujo tratamento a esta matéria sirva de relevante inspiração aos aspirantes à vida pública, mesmo que os temas apresentados sejam de complexa operacionalidade, posso garantir que foi cuidadosamente estudado para que haja condições de adequação financeira e orçamentária.

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